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Ginecologia e Obstetrícia1 fevereiro 2024

Vaginose Bacteriana [vídeo]

Neste episódio, Caroline Oliveira fala sobre essa causa mais prevalente de corrimento vaginal, a vaginose bacteriana.

Por Redação Afya

Cerca de 70% dos casos de vaginose bacteriana cursam com recorrência em nove meses, o que aumenta o risco de aquisição e transmissão de infecções sexualmente transmissíveis (IST), incluindo o HIV, e o risco de doença inflamatória pélvica. Assim, é importante o cuidado ao realizar procedimentos ginecológicos invasivos, como a inserção de DIU, histeroscopia e histerectomia pelo risco de DIP e outras complicações.

Geralmente, a vaginose bacteriana ocorre com mais frequência em mulheres com predomínio de comunidades vaginais tipo 3 e 4 ou em situações em que há redução importante dos lactobacilos, havendo um predomínio de Gardnerella vaginalis que vai produzir ácidos orgânicos estimulando ainda mais a proliferação de outros anaeróbios.  Já o odor de “peixe podre”, se dá pela produção de aminas que volatizam.

Neste episódio, Caroline Oliveira, ginecologista e conteudista do Whitebook, fala sobre essa causa mais prevalente de corrimento vaginal e aborda também sobre as possíveis complicações infecciosas e obstétricas associadas à infecção, que não pode ser considerada uma IST.

Assista ao vídeo!

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Veja também: Como abordar um paciente com queixa de esquecimento?

Tópicos abordados no vídeo

  • Frequência e predomínio da vaginose bacteriana
  • Cuidados adicionais
  • Diagnóstico e critérios de Amsel
  • Critérios de Hay-Ison 

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