2021 foi um ano onde pudemos explorar diferentes casos clínicos.
Em sequência às retrospectivas do ano, confira quais foram os casos clínicos mais acessados do Portal PEBMED:
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- Caso clínico: paciente, 52 anos, apresenta complicação após extubação
O décimo caso clínico mais acessado é o caso é de um paciente masculino, 52 anos, sem comorbidades, jejum adequado, deu entrada na emergência com quadro clínico compatível com apendicite. O que ele tem? - Caso clínico: Paciente feminina com quadro de perda ponderal. Qual o diagnóstico?
Paciente feminina, 42 anos e com quadro de perda ponderal há dois meses (cerca de 17 kg), febre e pancitopenia a esclarecer. Qual foi o diagnóstico? - Caso clínico: paciente com dispneia progressiva aos esforços, qual o diagnóstico?
Paciente 28 anos sem antecedentes médicos apresenta dispneia progressiva aos esforços. Nega qualquer outro sintoma. Durante a investigação, o médico do pronto-atendimento observou hipofonese de bulhas cardíacas e turgência jugular patológica. O que era? - Caso clínico: Sepse e choque séptico em tempos de Covid-19
O sétimo caso mais acessado era de paciente de 34 anos, sem comorbidades, que deu entrada no pronto-socorro com queda do estado geral, febre (38,4°C), taquicardia (FC 110 bpm) e hipotensão arterial (84/65 mmHg) não responsiva à expansão volêmica inicial (30 ml/kg de solução cristaloide). Referia tosse e febre não tratadas nos últimos sete dias. Antecedentes: Covid-19 há três meses, doença leve, confirmada por RT-PCR SARS-CoV-2 positivo. Confira o diagnóstico no link. - Caso clínico: Um curioso caso de perda ponderal
Um homem de 29 anos foi encaminhado ao ambulatório de Clínica Médica, pelo Posto de Saúde, para investigação de perda ponderal e aparecimento de lesões de pele. O que podemos dizer sobre o caso? - Caso clínico: homem, com febre e dores nas articulações. Qual o diagnóstico? C.L.A.P., 65 anos, sexo masculino, residente em lar de idosos em Caxias – RJ, aposentado, trabalhava com calçados, viúvo com um filho, natural de Niterói. QP: Febre e dores nas articulações. HDA: Paciente foi trazido por ambulância, solicitada pelos funcionários do lar onde reside, devido a febre alta (Tax. máx 38,7 oC) com melhora com antitérmicos, poliartralgias com restrição de mobilização de membros e deambulação, associadas a colúria, polaciúria e diarreia, iniciados há seis dias. Relata aparecimento de equimoses diversos em membros inferiores e alteração do nível de consciência (sonolência e desorientação intermitentes). Nega dor torácica, lipotimia, síncope, anosmia, disgeusia, cefaleia, contato com pacientes suspeitos ou confirmados com Covid-19. Confira o desfecho desse caso clínico.
- Caso clínico: Paciente de 15 anos com dor abdominal e febre contínua. Qual o diagnóstico? Guapimirim, Hospital Z, Serviço de Emergência – Atendimento em 01 de abril de 2021 às 18:30 AM: A.R.L.D., 15 anos, sexo masculino, estudante, reside com os pais em Guapimirim, natural de Três Rios – RJ. QP: Dor abdominal e febre. HDA: Utente foi trazido pelos pais ao serviço de emergência do hospital Z, com relato de queixa de dor abdominal difusa e febre entre 38° e 39°C contínua, iniciadas há três dias, com melhora frente a administração de analgésicos e antitérmicos. Apresenta também adinamia e perda ponderal significativa nas últimas três a quatro semanas (perda de dez quilos nesse período). Nega tosse, cansaço, dispneia, queixas urinárias, náuseas e vômitos, mialgias, hematoquezias ou melenas. Cita ter realizado exames sorológicos há um mês, no contexto de avaliação para candidatura como voluntário para ensaios clínicos com vacinas experimentais anti-Covid-19, e apresentou resultados negativos para as doenças sexualmente transmissíveis. Descubra como esse caso terminou.
- Caso clínico: paciente 17 anos, cefaleia e fotofobia
P.L.S.P., 17 anos, sexo feminino, estudante, residente e natural de Manaus – AM, sem comorbidades conhecidas, acompanhada da mãe. Procurou serviço de emergência do hospital local, com relato de cefaleia intensa, em região frontal, associada a fotofobia, iniciada há quatro dias, predominantemente no período diurno, evoluindo hoje com dificuldade de deambulação. Qual foi o diagnóstico final? - Caso clínico: Paciente de 63 anos na emergência após síncope. Qual o diagnóstico?
Paciente de 63 anos, feminina, depressiva, em uso regular de fluoxetina e alprazolam dá entrada na emergência após síncope em casa. Qual o diagnóstico? - Caso clínico: paciente de 7 meses, crises de tosse
A.R.S.D., 7 meses de idade, sexo feminino, nascida de parto normal a termo sem intercorrências gestacionais (3000 g, 45 cm), cor parda, lactente com dieta suplementar, residente na Pavuna e natural do Rio de Janeiro. Apresentou oito consultas de pré-natal, sem alterações dignas de nota. Trazida pela mãe à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), apresenta queixa de quadro semelhante a resfriado comum, com tosse seca iniciada há sete dias, com quadro progressivo, atualmente com crises de tosse há três dias. Confira o diagnóstico do caso clínico mais acessado de 2021.
- Caso clínico: paciente, 52 anos, apresenta complicação após extubação
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