A Vidalink identificou crescimento nas compras de medicamentos para depressão e ansiedade entre beneficiários de sua plataforma no primeiro semestre de 2026. O levantamento analisou 34.823 pessoas que compraram ao menos um medicamento relacionado à saúde mental entre janeiro de 2025 e junho de 2026. Por se tratar de uma base específica de uma empresa de benefícios corporativos, os resultados não representam o consumo da população brasileira como um todo.
Entre os beneficiários que mantiveram o benefício ativo nos dois semestres completos, o número de compradores aumentou 9,4%. O valor movimentado passou de R$ 10 milhões para R$ 11,5 milhões, alta de 15,3%. As mulheres corresponderam a 64,1% dos compradores nos dois períodos analisados.

Geração Z lidera avanço nas compras
A Geração Z apresentou o crescimento mais acelerado entre os grupos avaliados. No primeiro semestre de 2026, houve aumento de 15% no número de compradores dessa geração, de 19% na quantidade de compras e de 21% no valor total gasto, em comparação com o mesmo período de 2025. Millennials e integrantes da Geração X ainda concentraram a maior parcela das compras na base da Vidalink.
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Conselho Federal de Farmácia também identifica crescimento no uso de antidepressivos
O levantamento divulgado pelo Conselho Federal de Farmácia em julho de 2025 aponta movimento semelhante em outra base de beneficiários. A análise da Funcional Health Tech reuniu informações de mais de 2,5 milhões de participantes do programa Benefício Farmácia e comparou junho de 2023 a maio de 2024 com junho de 2024 a maio de 2025.
Nesse grupo, o consumo de antidepressivos aumentou 12,4% entre adultos de 29 a 58 anos. Os antidepressivos foram a segunda categoria de medicamentos mais utilizada pelos beneficiários, atrás dos antibióticos. No mesmo período, o uso de ansiolíticos caiu 10,6%.
Os dois levantamentos apontam aumento no uso ou na compra de medicamentos relacionados à depressão em bases distintas de benefícios farmacêuticos. Como ambos analisam populações vinculadas a empresas específicas, os percentuais devem ser interpretados dentro desse recorte, sem extrapolação direta para toda a população brasileira.
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Este conteúdo foi elaborado com auxílio de inteligência artificial com supervisão e revisão da Equipe Afya.
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