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Neurologia10 maio 2018

Ter ansiedade na meia-idade aumenta risco de demência?

Em artigo do BMJ, um grupo realizou uma revisão sistemática da literatura sobre o diagnóstico de ansiedade e risco a longo prazo para demência.
Tempo de leitura: [rt_reading_time] minuto. A ansiedade é um preditor cada vez mais reconhecido de deterioração cognitiva e evidências sugerem que também pode ser um fator de risco independente para a demência. Em novo artigo do British Medical Journal (BMJ), um grupo de pesquisadores realizou uma revisão sistemática da literatura sobre o diagnóstico de ansiedade e risco a longo prazo para demência. As bases de dados utilizadas foram Medline, PsycINFO e Embase, desde o começo até março de 2017. Foram selecionadas as publicações relatando HR / OR para demência por todas as causas, que mediram a ansiedade clinicamente significativa e relataram um intervalo médio entre a avaliação da ansiedade e o diagnóstico de demência de, pelo menos, 10 anos.

Ansiedade e demência

No total, quatro estudos foram elegíveis, com uma amostra combinada de 29.819 indivíduos. Todos os estudos encontraram uma associação positiva entre ansiedade clinicamente significativa e demência subsequente. Devido à heterogeneidade entre os estudos, uma meta-análise não foi realizada. Pelos achados, os pesquisadores concluíram que ter ansiedade na meia-idade está associado a um risco aumentado de demência ao longo de um intervalo de, pelo menos, 10 anos, o que indica que a ansiedade pode ser um fator de risco para a demência. Tratamento para ansiedade deve continuar por, no mínimo, 1 ano após melhora clínica Referências:
  • Gimson A, Schlosser M, Huntley JD, et al Support for midlife anxiety diagnosis as an independent risk factor for dementia: a systematic review BMJ Open 2018;8:e019399. doi: 10.1136/bmjopen-2017-019399
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