O Instituto Butantan iniciou o processo de transferência de tecnologia com a Pfizer para fabricar no Brasil a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR), oferecida pelo Sistema Único de Saúde a gestantes a partir da 28ª semana. A previsão é que todas as etapas produtivas sejam realizadas no país até 2034.
Neste mês, o instituto deve encaminhar ao Ministério da Saúde 1 milhão de doses já identificadas com o nome do Butantan. Outras 3,5 milhões haviam sido fornecidas anteriormente com a apresentação anterior do imunizante.

Produção nacional da vacina será concluída em 2034
A nacionalização ocorrerá de forma gradual. A partir do segundo semestre de 2027, a previsão é que o Butantan passe a receber o Ingrediente Farmacêutico Ativo para concluir etapas da fabricação em suas instalações. Em 2034, o processo deverá ocorrer integralmente no instituto.
A capacidade prevista após a transferência completa é de até 8 milhões de doses por ano, destinadas ao SUS. O acordo entre Butantan e Pfizer prevê que o instituto passe a dominar desde a produção do ingrediente farmacêutico ativo até o imunizante acabado.
Segundo a Pfizer, a parceria está atualmente na fase de preparação para a produção local. O processo inclui planejamento, transferência de conhecimento, capacitação das equipes e adequação da infraestrutura produtiva.
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Vacina para gestantes já integra estratégia do SUS
A vacina é aplicada a partir da 28ª semana de gestação para favorecer a transferência de anticorpos maternos ao bebê. Segundo a reportagem, cerca de 1,2 milhão de doses já haviam sido distribuídas para gestantes no país.
O imunizante busca proteger os recém-nascidos nos primeiros meses de vida contra formas graves da infecção pelo VSR, importante causa de bronquiolite nessa faixa etária.
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Este conteúdo foi elaborado com auxílio de inteligência artificial com supervisão e revisão da Equipe Afya.
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