A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) identificou sinais de crescimento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil, especialmente entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos. Divulgado em 8 de outubro, o novo Boletim InfoGripe aponta aumento de casos associados ao rinovírus, metapneumovírus e SARS-CoV-2.
Apesar desse movimento, a incidência de casos graves de covid-19 permanece baixa. No cenário nacional, os registros de SRAG apresentam estabilização ou oscilação nas últimas seis semanas, mas tendência de crescimento nas últimas três.

Rinovírus predomina entre os casos positivos de SRAG
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, o rinovírus respondeu por 52,5% dos casos positivos para vírus respiratórios, seguido pelo vírus sincicial respiratório (VSR), com 15,8%. Influenza B representou 6,5%, SARS-CoV-2, 4,5%, e influenza A, 2,7%.
Entre os óbitos com identificação viral, o rinovírus também apresentou a maior participação, com 37,2%. O levantamento contabiliza 161.053 notificações de SRAG em 2026, das quais 86.534 (53,7%) tiveram resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.
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Quais estados apresentam crescimento de hospitalizações?
Alagoas, Roraima e Sergipe apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco, acompanhados de tendência de crescimento nas últimas seis semanas. O aumento ocorre principalmente entre crianças e adolescentes, com associação ao metapneumovírus em Alagoas e Sergipe.
Aracaju, Porto Alegre, Rio Branco, São Luís e Vitória também apresentam crescimento da atividade de SRAG. Já os casos graves de covid-19 mostram leve aumento em cinco unidades federativas, mas permanecem em níveis baixos.
A incidência de SRAG permanece mais elevada em crianças de até 2 anos, principalmente por rinovírus, VSR e metapneumovírus. A mortalidade, por sua vez, é maior entre pessoas com 65 anos ou mais.
Diante desse cenário, os pesquisadores reforçam a necessidade de manter a vacinação contra covid-19 atualizada nos grupos prioritários. Para gestantes, também destacam a importância da imunização contra o VSR.

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Este conteúdo foi elaborado com auxílio de inteligência artificial com supervisão e revisão da Equipe Afya.
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