A FDA (Food and Drug Administration) autorizou, nesta quarta-feira (19), um novo dispositivo robótico que realiza coleta de sangue em adultos. O robô é o primeiro a atuar sem intervenção manual de um operador. O dispositivo é liberado para adultos em ambientes ambulatoriais e opera sob supervisão de profissional qualificado que pode acompanhar até três aparelhos ao mesmo tempo.
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Como funciona o dispositivo
O robô para coleta de sangue orienta o posicionamento do braço e inicia a sessão ao acionamento de um botão. Em seguida, usa luz infravermelha e ultrassom Doppler para localizar uma veia e diferenciá-la de artérias, sem punção caso nenhum vaso adequado seja identificado. Encontrada a veia, o robô Aletta aplica o torniquete, prepara a pele, insere e descarta a agulha, troca os tubos e coloca o curativo. Se o paciente se mover de forma abrupta, a agulha se solta e o procedimento é interrompido.
O dispositivo foi desenvolvido com múltiplas camadas focadas na segurança do paciente e aplica desinfetante continuamente durante a varredura por ultrassom, além de ser limpo por um profissional entre pacientes. Sensores integrados pausam o procedimento e alertam o supervisor diante de condição insegura na coleta de sangue automatizada.
Estudos clínicos mostram taxas de sucesso comparáveis às de técnicos
Segundo a FDA, estudos clínicos mostraram taxas de sucesso comparáveis ou superiores à técnicos humanos quando o dispositivo avança com a punção. Esse resultado sustenta o uso do robô diante da escassez de flebotomistas. Os testes incluíram pacientes com diferentes tons de pele e histórico de acesso venoso difícil, com eventos adversos pouco frequentes e leves.
A autorização foi concedida à Vitestro pela via De Novo, destinada a dispositivos de risco baixo a moderado de nova categoria. A FDA também estabeleceu controles especiais de rotulagem e de testes, que devem orientar a avaliação de futuros dispositivos de coleta de sangue automatizada.
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Este conteúdo foi elaborado com auxílio de inteligência artificial com supervisão e revisão da Equipe Afya.
Autoria

Gabriela Costa
Estagiária de conteúdo da Afya. Graduanda em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense.
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