Paciente, sexo feminino, 47 anos, com diagnóstico prévio de síndrome antissintetase, encontrava-se em seguimento médico com a reumatologia e pneumologia devido ao acometimento pulmonar pela doença de base (padrão de pneumonia intersticial não específica fibrosante). A doença pulmonar estava estável há 3 anos (mMRC 2).
No entanto, o paciente apresentou piora do quadro muscular nas últimas 2 semanas, com piora aguda da dispneia (mMRC 4). A TC de tórax evidenciou os seguintes achados. Durante a internação, evoluiu com a necessidade do uso de máscara não reinalante a 15 L/minuto.

Foi internada e recebeu pulsoterapia com corticoide e apresentou excelente resposta, com retirada da oxigenoterapia após alguns dias.
Com base no quadro clínico, imagem e resposta terapêutica, qual a principal hipótese diagnóstica?
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