Paciente, 53 anos, sexo feminino, foi internada na enfermaria devido ao quadro de dispneia progressiva, mMRC4 no momento da internação e febre não termometrada há cerca de dez dias.
Recebeu prescrição de azitromicina e amoxicilina-clavulanato, sem melhora do quadro. De relevante, no exame físico, apresentava sinovite em metacarpofalangianas, discreta fraqueza à abdução dos membros superiores e hiperceratose da borda medial dos segundos quirodáctilos, bem como SpO2 88% a 91%. Na propedêutica, o FAN era positivo 1/320 citoplasmático pontilhado fino e a tomografia de tórax revelou as seguintes alterações:



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Qual o diagnóstico mais provável?
Autoria

Gustavo Balbi
Editor-chefe médico na Afya. Formado em medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), com residência em Reumatologia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e doutorado em Ciência pela Universidade de São Paulo (USP). Além da atuação na Afya, é professor de Reumatologia na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) e também atende em consultório particular.
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