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Reumatologia16 janeiro 2026

Fator Reumatoide (FR)

Entenda como o certolizumabe pegol (CZP) mantém sua eficácia na artrite reumatoide (AR), mesmo com o FR elevado, e apoia decisões terapêuticas individualizadas

Este conteúdo foi produzido pela Afya em parceria com UCB de acordo com a Política Editorial e de Publicidade do Portal Afya.

O fator reumatoide (FR) é um autoanticorpo pertencente, em geral, à classe IgM, mas também podendo ser de outros isotipos, com alta especificidade para a porção cristalizável (Fc) do anticorpo IgG, ou seja, é um autoanticorpo dirigido contra o outro anticorpo.1 Esse processo desenvolve imunocomplexos que podem favorecer o processo inflamatório de tecidos saudáveis. Ao longo dos anos, tornou-se uma ferramenta diagnóstica essencial para identificar artrite reumatoide (AR). Embora a positividade para FR não seja exclusiva da AR e possa ser encontrada em outras doenças autoimunes e infecciosas, sua presença ainda é considerada uma característica marcante da artrite reumatoide na maioria dos casos.1

Níveis elevados de FR são frequentemente associados a manifestações mais graves da doença e um risco aumentado de erosões articulares, servindo tanto como marcador diagnóstico quanto como indicador prognóstico.1 A presença ou ausência, títulos e isótipos do fator reumatoide têm implicações importantes para o diagnóstico e prognóstico da artrite reumatoide. Pacientes soropositivos (FR-positivos) com AR podem apresentar doença articular mais agressiva e erosiva, além de manifestações extra-articulares, como nódulos reumatoides e vasculite, em comparação com aqueles soronegativos (FR-negativos).1 Da mesma forma, altos títulos de FR podem levar a uma maior probabilidade de o paciente ter AR e, provavelmente, a um pior prognóstico. Pacientes positivos para FR IgA frequentemente apresentam maior atividade da doença e maior dano radiológico em comparação com pacientes soronegativos. Além disso, o FR IgA tem sido significativamente associado a lesões pulmonares, conferindo pior prognostico.2

Importante ressaltar que o momento de aparecimento do FR varia entre os pacientes com AR. Alguns pacientes desenvolvem FR antes mesmo do início dos sintomas. O início precoce do FR nesses pacientes tem sido associado a uma doença mais grave. No entanto, a maioria das pessoas assintomáticas com FR positivo não desenvolve AR. Por outro lado, existe um subgrupo de pacientes em que o aparecimento do FR ocorre após o aparecimento dos sintomas. Embora seja uma ferramenta valiosa, sua utilidade deve ser individualizada dentro do contexto clínico mais amplo de cada paciente.2

Essas propriedades do FR têm impacto direto na farmacocinética dos agentes biológicos, especialmente os inibidores de TNF-alfa.3 Apesar de todos os inibidores de TNF terem alvo terapêutico semelhantes, eles apresentam características estruturais diferentes. Por exemplo, o certolizumabe pegol (CZP) é um inibidor de TNF sem o fragmento Fc, enquanto outros inibidores de TNF possuem um fragmento Fc. O FR reconhece e se liga à porção Fc das moléculas de IgG, o que significa que pode interagir com anti-TNFs que possuem domínio Fc, como adalimumabe, infliximabe, golimumabe e etanercepte.4 Esta interação leva à formação de imunocomplexos maiores, aumentando o clearance do fármaco e reduzindo a concentração sérica ativa, deste modo, necessitando de uma maior concentração da droga.3,5

Os medicamentos anti-TNF são, em sua maioria, anticorpos monoclonais ou proteínas de fusão.4 Eles circulam pelo corpo, identificam as moléculas de TNF-alfa (tanto as solúveis quanto as ligadas à membrana celular) e se ligam firmemente a elas.6 Ao se ligarem ao TNF-alfa, esses medicamentos o neutralizam, impedindo que ele interaja com seus receptores nas células.6

Em contrapartida, o certolizumabe pegol (CZP) é um fragmento Fab peguilado que não contém a porção Fc,3 o que faz ele não ser reconhecido pelo FR. Essa característica molecular impede a formação de imunocomplexos mediados por FR e confere ao CZP um perfil farmacocinético mais estável.3

Embora os inibidores do TNF tenham demonstrado eficácia em pacientes com AR, sua efetividade tem sido associada aos níveis de FR presentes.7 O Fator Reumatoide (FR) é um fator de mau prognóstico e afeta a resposta aos inibidores de TNF (TNFi) que possuem o fragmento Fc.2 Estudos com TNFi (por exemplo, adalimumabe, golimumabe, infliximabe e etanercepte) demonstraram melhores respostas clínicas em pacientes com títulos basais de FR negativos ou baixos, em comparação com pacientes positivos ou com títulos elevados.1,2 Essa eficácia reduzida é atribuída à ligação do FR ao fragmento Fc desses biológicos, o que aumenta o clearance do fármaco.3,5 Consequentemente, a positividade para o FR foi identificada como preditiva de descontinuação da terapia com TNFi devido à ineficácia, associada a um risco 73% maior de interrupção do tratamento após 200 semanas de uso.1,6,7

Um estudo no Japão que investigou a associação entre FR basal e soropositividade para anticorpos antipeptídeo citrulinado (ACPA) e a descontinuação da terapia com TNFi (ADA, CZP, etanercepte, golimumabe ou infliximabe avaliados coletivamente) descobriu que a positividade para FR era preditiva da descontinuação do TNFi devido à ineficácia.7

Em análises pós-hoc de seis estudos clínicos randomizados, incluindo os trials RAPID, C-OPERA e EXXELERATE, Tanaka et al. demonstraram que o CZP associado a metotrexato manteve taxas de remissão e baixa atividade da doença semelhantes entre todos os quartis de FR, sem redução de eficácia nos pacientes com níveis séricos elevados (FR > 207,0 IU/ml).4 No estudo EXXELERATE, na semana 24, 45% dos pacientes do quartil mais alto (Q4) atingiram remissão ou baixa atividade da doença (DAS28-ESR < 3,2) com CZP + metotrexato (MTX), em comparação a 35,1% dos pacientes em uso de ADA+MTX. Nos demais quartis, CZP+MTX variou de 49,4%-60,8% (vs. 48,3%-54,7% com ADA+MTX).4 Resultados consistentes foram observados também nos estudos C-OPERA e Pooled RAPID, reforçando a manutenção da eficácia mesmo em pacientes com altos títulos de fator reumatoide.4

No estudo EXXELERATE comparando CZP e adalimumabe em pacientes com AR ativa e fatores de mau prognóstico, observou-se que apenas o CZP apresentou eficácia e níveis séricos independentes dos títulos de FR.5 Ao final de 104 semanas, 65,7% dos pacientes com FR > 204 IU/mL tratados com CZP atingiram baixa atividade da doença (DAS28-CRP ≤ 2,7), frente a 48,3% no grupo tratado com adalimumabe.5 Além disso, os níveis séricos médios de adalimumabe ao longo de 104 semanas foram mais baixos em pacientes com títulos elevados de FR (6,2 vs. 4,8 µg/mL), enquanto os níveis de CZP foram similares (26,7 vs. 23,3 µg/mL),5 sugerindo menor variabilidade e impacto do FR elevado na farmacocinética do CZP.5 Já para adalimumabe, títulos altos de FR (FR > 207,0 IU/mL) se associaram à menor probabilidade de resposta DAS28-PCR baixa atividade da doença e à maior redução de concentração sérica do fármaco.4,5 A taxa de descontinuação por ineficácia foi maior em pacientes com FR positivo (19,8%) do que naqueles com FR negativo (16,7%) após 200 semanas de uso de TNFi, com positividade para FR associada a um risco 73% maior de descontinuação (HR: 1,73; IC95%: 1,07-2,80).7

Esses achados foram reforçados pelo estudo multicêntrico de Nagayasu et al., com mais de mil pacientes em uso de diferentes anti-TNFs, no qual se observou que altos títulos de FR não impactaram a resposta clínica ao CZP quando comparados a anti-TNF com o fragmento Fc, com significância estatística.3 No CZP, as taxas de remissão SDAI em 26 semanas foram semelhantes entre os quartis (Q1 33%; Q2 44,8%; Q3 34,6%; Q4 34,9%; p=0,2655). Já nos anti-TNF com região Fc, a remissão foi menor no Q4 vs Q1-Q3 (21,7% vs 35,3%; p=0,0025), e, no conjunto total de TNFi, 27,4% no Q4 vs 36,1% nos Q1-Q3 (p=0,0109). Além disso, entre pacientes com FR elevado (Q4), após ajuste por PS-IPTW, o CZP apresentou maior remissão que adalimumabe (36,6% vs 24,5%; p=0,0172). Logo, as características estruturais do CZP, que não possui uma região Fc, podem explicar por que sua eficácia não é afetada pelos níveis de FR.3

De forma convergente, diretrizes internacionais recentes6,8 reconhecem o papel dos autoanticorpos, incluindo o FR, na estratificação prognóstica e na individualização terapêutica. Embora não indiquem um biológico específico com base no FR, as evidências acumuladas sugerem que a ausência da porção Fc pode ter relevância clínica na manutenção da resposta terapêutica em pacientes com títulos elevados.8,9

Em conclusão, análises post-hoc fornecem evidências que apoiam o benefício clínico do tratamento com CZP na AR, independentemente do nível basal de FR. A eficácia do CZP foi consistente entre os quartis distintos de FR, inclusive em pacientes no quartil com os níveis basais de FR mais elevados, que apresentam o maior risco de progressão da doença.4 Deste modo, o certolizumabe pegol (CZP), por não possuir domínio Fc, não ser reconhecido pelo FR e manter eficácia estável independentemente dos títulos séricos,4 pode ser uma estratégia terapêutica do médico reumatologista, integrando biologia molecular e prática clínica baseada em evidências no manejo da AR.

 


 

Este material é destinado exclusivamente a profissionais de saúde.

Minibula: CIMZIA® (certolizumabe pegol) Solução injetável. Indicações: Doença de Crohn – Redução dos sinais e sintomas da doença de Crohn e manutenção da resposta clínica em pacientes adultos com doença ativa de moderada a grave, que tiveram resposta inadequada à terapia convencional. Artrite Reumatoide – Em associação com metotrexato (MTX), é indicado para o tratamento da artrite reumatoide (AR) ativa, moderada a grave, em doentes adultos, quando a resposta a fármacos modificadores da evolução da doença reumática (DMARD), incluindo o MTX, foi inadequada. Pode ser utilizado em monoterapia no caso de intolerância ao MTX ou quando o tratamento continuado com MTX é inadequado; no tratamento da AR grave, ativa e progressiva em adultos que não tenham sido tratados previamente com MTX ou outros DMARD. Artrite Psoriásica – CIMZIA em combinação com metotrexato é indicado para o tratamento com artrite psoriásica ativa em adultos quando a resposta anterior com terapia com DMARDs tenha sido inadequada. CIMZIA pode ser administrado como monoterapia em casos de intolerância ao metotrexato, ou quando o tratamento contínuo com metotrexato for inadequado. Espondiloartrite axial – Indicado para o tratamento de pacientes adultos com espondiloartrite axial ativa grave, compreendendo: Espondilite anquilosante (EA): adultos com espondilite anquilosante ativa grave que tiveram resposta inadequada, ou são intolerantes à fármacos anti-inflamatórios não esteroides (AINES); e Espondiloartrite axial sem evidência radiográfica de EA: adultos com espondiloartrite axial ativa grave sem evidência radiográfica de EA, porém, com sinais evidentes de inflamação detectados por proteína C-reativa (PCR) elevada e/ou ressonância magnética (RM), que tiveram resposta inadequada, ou são intolerantes, à AINES. Psoríase em placa: CIMZIA é indicado para o tratamento de pacientes adultos com psoríase em placa moderada a grave que são candidatos à terapia sistêmica. Contraindicações: hipersensibilidade ao certolizumabe pegol ou a qualquer outro componente da formulação. Tuberculose ativa ou outras infecções graves como sepse, abscessos e infecções oportunistas. Insuficiência cardíaca moderada a grave (classe III/IV NYHA). Cuidados e Advertências: Advertências: Infecções graves: infecções graves e algumas vezes fatais causadas por bactérias, microbactérias, fungos invasivos, vírus ou patógenos foram relatadas em pacientes tratados com antagonistas TNF, incluindo CIMZIA. O tratamento com CIMZIA não deve ser iniciado em pacientes com infecções ativas, incluindo infecções crônicas ou localizadas. Tuberculose: Como observado com outros antagonistas TNF, casos de reativação de infecções ou de nova tuberculose (incluindo pulmonar, extrapulmonar e disseminada) foram relatados em pacientes recebendo CIMZIA, incluindo óbitos. Os pacientes devem ser avaliados sobre fatores de risco para tuberculose e testados para infecções de tuberculose latente antes do início do tratamento com CIMZIA. Se diagnosticada tuberculose, iniciar o tratamento da tuberculose antes do início do tratamento com CIMZIA. Se durante o tratamento com CIMZIA for diagnosticada tuberculose ativa, deve-se interromper o uso de CIMZIA e iniciar o tratamento apropriado da tuberculose. Reativação do vírus da Hepatite B: o uso de antagonistas TNF, incluindo CIMZIA, pode aumentar o risco de reativação do vírus da hepatite B (HBV). Malignidades: a possibilidade do risco de desenvolvimento de linfoma ou outra malignidade em pacientes tratados com antagonistas TNF não pode ser excluída. CIMZIA não é indicado para uso em pacientes pediátricos. Câncer de pele: exames periódicos de pele são recomendados para todos os pacientes, particularmente aqueles com fatores de risco para câncer de pele. Insuficiência Cardíaca Congestiva: casos de agravamento da insuficiência cardíaca congestiva (ICC) e novos casos de ICC foram relatados com antagonistas TNF, incluindo CIMZIA. Reações de hipersensibilidade: sintomas compatíveis com reações de hipersensibilidade foram raramente relatados após a administração do 2 CIMZIA: angioedema, dispneia, hipotensão, rash, doença do soro e urticária. Se alguma destas reações ocorrerem, o tratamento deve ser descontinuado e deve-se estabelecer tratamento adequado. Sensibilidade ao látex: o envoltório da agulha, que não entra em contato direto com o paciente ou profissional que estiver administrando o produto, contém 7% de um derivado de látex de borracha natural. Um risco potencial de reações de hipersensibilidade não pode ser completamente excluído em indivíduos sensíveis ao látex. Reações neurológicas: deve-se ter cautela ao considerar o uso do CIMZIA em pacientes com doenças desmielinizantes do sistema nervoso central recentes ou pré-existentes. Reações hematológicas: embora nenhum grupo de alto risco tenha sido identificado, deve-se ter cautela em pacientes sendo tratados com CIMZIA que estejam em curso ou tenham histórico de alterações hematológicas significativas. Uso com drogas biológicas antirreumáticas modificadoras da doença: uso de CIMZIA associado com outros fármacos biológicos antirreumáticos modificadores do curso da doença não é recomendado. Autoimunidade: tratamento com CIMZIA pode resultar na formação de autoanticorpos e, raramente, no desenvolvimento da síndrome semelhante ao lúpus. Se um paciente desenvolver sintomas sugestivos de síndrome semelhante ao lúpus durante o tratamento com CIMZIA, este deve ser descontinuado. Imunizações: Não administrar vacinas vivas ou atenuadas durante o tratamento com CIMZIA. Imunossupressão: existe a possibilidade dos antagonistas do TNF, incluindo CIMZIA, causarem imunossupressão, afetando as defesas do hospedeiro contra as infecções e doenças malignas. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): deve ter-se precaução quando se usar qualquer antagonista do TNF em pacientes com DPOC, assim como em pacientes com risco acrescido para doenças malignas devido à história de consumo intenso de tabaco. Gravidez – Categoria de risco na gravidez: B. Mulheres com potencial para engravidar devem conversar com seu médico a respeito de métodos de contracepção adequados para evitar uma gravidez e continuar a sua utilização durante pelo menos 5 meses após a última dose de CIMZIA. Lactação: CIMZIA pode ser usado durante a amamentação. Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: Não foram realizados estudos para verificar os efeitos do certolizumabe pegol sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Interações medicamentosas: o tratamento concomitante com metotrexato, corticosteroides, anti-inflamatórios não esteroidais, analgésicos, análogos do ácido 5-aminosalicílico ou anti-infecciosos, não exerceu efeito na farmacocinética do CIMZIA. Testes laboratoriais: O certolizumabe pegol pode causar resultados erroneamente elevados no teste de TTPA em pacientes sem anomalias de coagulação. Não há evidência de que o tratamento com CIMZIA tenha efeito na coagulação in vivo. Reações adversas: as reações adversas mais graves observadas em estudos clínicos de CIMZIA para o tratamento de doença de Crohn e artrite reumatoide foram infecções graves, malignidades e insuficiência cardíaca. Em ensaios controlados, antes da comercialização, de todas as populações de pacientes combinadas, as reações adversas mais comuns (≥ 8%), que foram infecções respiratórias superiores (18%), rash cutâneo (9%) e infecções do trato urinário (8%). Posologia: Doença de Crohn: dose de indução: 400 mg (administradas como duas injeções de 200 mg por via subcutânea) inicialmente e nas semanas 2 e 4; dose de manutenção: 400 mg a cada quatro semanas. Artrite Reumatoide: dose de indução: 400 mg (administradas como duas injeções de 200 mg cada por via subcutânea) inicialmente e nas semanas 2 e 4; dose de manutenção: 200 mg a cada duas semanas ou, alternativamente, pode ser considerada a dose de 400 mg de CIMZIA a cada quatro semanas. Artrite Psoriásica: dose de indução: 400 mg (administradas como duas injeções de 200 mg por via subcutânea) inicialmente e nas semanas 2 e 4; dose de manutenção: 200 mg a cada duas semanas ou 400 mg a cada quatro semanas. Espondiloartrite axial: dose de indução: 400 mg (administradas como duas injeções de 200 mg por via subcutânea) inicialmente e nas semanas 2 e 4; dose 3 de manutenção: 200 mg a cada duas semanas ou 400 mg a cada quatro semanas. Após pelo menos 1 ano de tratamento com CIMZIA, em pacientes com remissão sustentada, uma dose de manutenção reduzida de 200 mg a cada 4 semanas pode ser considerada. Psoríase em placa: A dose recomendada de CIMZIA para pacientes adultos com psoríase em placa é 400 mg a cada 2 semanas. Em pacientes com peso corporal ≤90kg pode ser considerada uma dose inicial de 400 mg (nas Semanas 0, 2 e 4) seguida por dose de 200 mg a cada duas semanas. Apresentação: solução injetável em seringa preenchida, contendo 200 mg/mL de certolizumabe pegol em cada seringa. Embalagens com 2 seringas preenchidas + 2 lenços umedecidos em álcool. USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS. VIA SUBCUTÂNEA. VENDA SOB PRESCRIÇÃO. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Para maiores informações, consulte a bula completa do produto. ☎ SAC 0800 016 6613 ✉ [email protected]. www.ucb-biopharma.com.br. Registro: 1.2361.0087 (R6_Março/2025) CONTRAINDICAÇÕES: HIPERSENSIBILIDADE AO CERTOLIZUMABE PEGOL OU A QUALQUER OUTRO COMPONENTE DA FORMULAÇÃO. TUBERCULOSE ATIVA OU OUTRAS INFECÇÕES GRAVES COMO SEPSE, ABSCESSOS E INFECÇÕES OPORTUNISTAS. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA MODERADA A GRAVE (CLASSE III/IV NYHA). INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: O TRATAMENTO CONCOMITANTE COM METOTREXATO, CORTICOSTEROIDES, ANTIINFLAMATORIOS NÃO ESTEROIDAIS, ANALGÉSICOS, ANÁLOGOS DO ÁCIDO 5-AMINOSALICÍLICO OU ANTI-INFECCIOSOS, NÃO EXERCEU EFEITO NA FARMACOCINÉTICA DE CIMZIA.

Janeiro/2026 – BR-CZ-2500199

Autoria

Foto de Ana Paula Bazilio

Ana Paula Bazilio

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