Paciente do sexo feminino, 52 anos, diagnosticada com câncer de mama inicial HR+/HER2- com:
Dois linfonodos axilares positivos;
Tumor de seis centímetros;
Grau histológico 3;
Critério de alto risco de recorrência.
Iniciou terapia adjuvante com inibidor de CDK4/6 associado a terapia endócrina. Após oito meses, sem sinais de progressão, painel molecular seriado revela mutação adquirida do gene ESR1.
Diante da mutação ESR1 emergente, sem evidência de progressão radiológica ou clínica, qual a conduta terapêutica mais adequada?