THD, 68 anos, sexo feminino, diabetes tipo 2 e insuficiência renal crônica (IRC) estágio 3b em tratamento conservador, foi encaminhado da Atenção Básica para o ambulatório de nefrologia de um Hospital Universitário. Faz uso regular de linagliptina (iDDP-4), eritropoetina recombinante e vitamina D. Últimos exames laboratoriais, realizados no mês anterior a consulta, apresentaram – dentre outros – os seguintes resultados: Hb: 9,6 g/dL; Ht: 29%; Creatinina: 1,60 mg/dL (eTFG pela CKD-EPI: 35 mL/min/1,73m2); Glicemia de jejum: 130 mg/dL (VR: até 99 mg/dL); HbA1c: 5,6% (VR: Inferior a 5,7%).
Teste também: Caso clínico – Paciente vivendo com HIV, apresentando elevação da creatinina. O que será?
Qual seria a explicação mais provável da discrepância observada entre os resultados da glicemia e HbA1c?
AUremia (hemoglobina carbamilada);
BTroca de amostra.
CAdministração de eritropoetina;
DUso de linagliptina;
Autoria

Pedro Serrão Morales
Editor de Medicina Laboratorial da Afya • Graduação em Medicina pela Universidade Gama Filho (UGF) • Residência Médica em Patologia Clínica/Medicina Laboratorial pela Universidade Federal Fluminense (UFF) • Membro titular da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) • Pós-Graduado em Medicina do Trabalho pela Faculdade Souza Marques (FTESM) • Responsável Técnico do Laboratório Morales (Grupo Tommasi) • Médico Patologista Clínico do Laboratório Central do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP/UFF) • Médico do corpo clínico do Instituto Estadual de Doenças do Tórax Ary Parreiras (IETAP).
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