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Clínica Médica28 novembro 2024

Manejo ambulatorial da COVID-19: estratégias atuais e tratamento

Por Marcelo Gobbo Jr

Este conteúdo foi produzido pela Afya em parceria com Pfizer de acordo com a Política Editorial e de Publicidade do Portal Afya.

Maria Gonçalves, uma aposentada de 72 anos com um histórico médico de hipertensão arterial controlada com enalapril e artrite reumatoide tratada com metotrexato, foi diagnosticada com COVID-19. Os sintomas começaram há três dias com tosse persistente e febre de 37,8°C, e um teste rápido de antígeno confirmou a infecção. Maria relatou fadiga e dores no corpo, mas, felizmente, não apresentou dificuldade respiratória ou necessidade de oxigênio suplementar. Um exame físico revelou sinais vitais estáveis, exceto pela febre leve. Os resultados de seu ECG mostraram um ritmo sinusal normal, e os exames laboratoriais indicaram funções hepática e renal normais. Como você conduziria esse caso clínico?

Porque é necessário tratar a COVID-19?

Embora possa haver uma sensação popular de estabilidade quanto à situação epidemiológica do novo coronavírus, no Brasil, a realidade epidemiológica é de uma situação de endemia. Dados do Ministério da Saúde do Painel da COVID-19 no Brasil, indicam que até o início do mês de agosto de 2024 registrou-se uma incidência de 306,08 novos casos a cada 100 mil habitantes, com uma taxa de mortalidade de 1,97 para cada 100 mil habitantes.1

Em paralelo, quando observamos especialmente os quadros de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), apenas em 2024 foram notificados 98.528 casos hospitalizados até início do mês de agosto. No mesmo período, houve mais de 6.226 óbitos reportados por SRAG e 4.143 óbitos por COVID-19.2

Esse cenário sanitário abre campo para se evidenciar a necessidade de intervenções capazes de reduzir a morbidade associada às complicações da COVID-19, bem como a mortalidade.3,4 Além de medidas de prevenção primária que envolvem a vacinação, higienização das mãos e utilização de máscaras, medidas de prevenção secundárias como o tratamento precoce para se evitar complicações são desejáveis nesse cenário5, sendo o antiviral nirmatrelvir/ritonavir uma opção segura e eficaz para isso.3

O tratamento eficaz da COVID-19 é essencial para reduzir a morbidade e mortalidade associadas ao vírus.5,6,7 A grande pergunta em nosso cenário é: Maria, nossa paciente, precisa ser tratada para COVID-19?

Entendendo o perfil do paciente de risco

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Referências bibliográficas

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