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Oftalmologia10 novembro 2022

Caso clínico: oftalmoplegia dolorosa

Por Rafael Lisbôa

Paciente de 45 anos, sem comorbidades conhecidas e em acompanhamento médico regular, vem ao pronto-socorro com queixa de dor retro-orbitária, constante e persistente, de moderada intensidade em olho esquerdo iniciada há uma semana. Refere diplopia e ptose palpebral ipsilateral iniciadas há duas horas. Ao exame físico apresentava blefaroptose parcial à esquerda, diplopia binocular vertical sem fatores atenuantes ou agravantes e desvio do olhar em olho esquerdo para baixo e lateral.

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Após realização de todos os exames laboratoriais solicitados, com tempo decorrido de 48h desde a admissão do paciente até o momento, não houve nenhuma achado que indicasse algum diagnóstico em específico. Associando os dados clínicos apresentados e ausência de achados laboratoriais e de imagem, qual entidade clínica é a melhor hipótese diagnóstica: 

APseudotumor orbitário

BSíndrome de Tolosa-Hunt

COftalmoplegia diabética

DNão há dados suficientes para definição diagnóstica

Enxaqueca oftalmoplégica

Autoria

Foto de Rafael Lisbôa

Rafael Lisbôa

Conteudista médico na Afya. Formado em medicina pelas Faculdades Integradas da União Educacional do Planalto Central (Faciplac), em 2016, com residência médica em Clínica Médica pela Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), intensivista titulado pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) e médico auditor titulado pela Sociedade Brasileira de Auditoria Médica (SBAM). É gerente médico na Audicare Master, atuando na área de Auditoria Médica.

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