No episódio de hoje do Radar Médico, Gabriel Quintino, cardiologista e editor-médico da Afya, discute um dos temas mais debatidos da atualidade: o papel da inteligência artificial na saúde — e por que muitos projetos ainda falham ao ignorar a base estrutural necessária para sua implementação.
Apesar do avanço acelerado da digitalização, grande parte dos sistemas de saúde ainda opera com dados não estruturados e baixa interoperabilidade, o que limita o real potencial da IA. O episódio traz uma análise crítica sobre maturidade digital, qualidade dos dados e integração de sistemas, mostrando que a transformação digital vai muito além da adoção de algoritmos.
📌 Tópicos abordados:
• O que é maturidade digital na saúde e por que o Brasil ainda está em nível inicial
• Limitações dos prontuários com dados não estruturados
• Importância de dados padronizados (CID, SNOMED)
• Interoperabilidade e integração entre sistemas de saúde
• Riscos de implementar IA sem base estruturada
• Como evitar o “hype” e aplicar IA de forma prática e segura
Autoria

Gabriel Quintino Lopes
Médico Cardiologista; Gerente Médico da Santa Casa de Barra Mansa; Coordenador do Serviço de Cardiologia e Cirurgia Cardíaca da Santa Casa de Barra Mansa; Médico de rotina do CTI da Santa Casa de Barra Mansa; Cardiologista ambulatorial em consultório particular; MBA em Gestão em Saúde pelo Instituto Israelita Albert Einstein (em andamento).
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