Mulher de 31 anos, com hipotireoidismo, sedentária e sem uso de antitrombóticos, é levada ao posto médico de um parque de diversões minutos após descer de uma montanha-russa com frenagens abruptas e intensa rotação cervical, sem impacto da cabeça. Você é plantonista que dispõe de material de via aérea, oxigênio, monitor e acesso venoso, mas não de tomografia.
A paciente refere cefaleia intensa, vomitou duas vezes e evolui com sonolência. Ao exame, apresenta pressão arterial de 150 x 90 mmHg, frequência cardíaca de 64 bpm, saturação periférica de oxigênio de 90% em ar ambiente, escala de coma de Glasgow 8, anisocoria e hemiparesia à esquerda. O serviço de remoção avançada foi acionado. A hipótese diagnóstica principal é de traumatismo cranioencefálico grave com provável lesão expansiva intracraniana.
Enquanto aguarda a remoção, qual a conduta mais adequada no primeiro atendimento desta paciente?
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