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Neurologia28 outubro 2026

Encefalite infecciosa e PCR negativa, como conduzir?

Por Redação Afya

Mulher de 62 anos, hipertensa, com diabetes mellitus tipo 2, ex-tabagista e sem imunossupressão, apresenta febre, cefaleia e alteração de comportamento há dois dias, com desorientação, parafasias e uma crise epiléptica focal com comprometimento da consciência.

Ao exame, está febril, com escala de coma de Glasgow de 13, sem rigidez de nuca, papiledema ou déficit motor focal. Sem sinais de hipertensão intracraniana, a punção lombar é feita na admissão, 24 horas após o início dos sintomas neurológicos, revelando pleocitose. Aciclovir intravenoso e cobertura antibacteriana empírica são iniciados nas primeiras horas.

A ressonância magnética mostra alteração de sinal no lobo temporal medial esquerdo. Com 48 horas, a PCR para herpes-vírus simples (HSV) no líquor retorna negativa. A paciente mantém confusão mental e parte da equipe sugere suspender o antiviral. A hipótese diagnóstica principal é de encefalite infecciosa.

Responda ao quiz considerando o caso clínico e as recomendações da diretriz conjunta da European Academy of Neurology (EAN) e da European Society of Clinical Microbiology and Infectious Diseases (ESCMID) para o manejo da encefalite infecciosa em adultos.

Diante da evolução clínica e do resultado da PCR no líquor, qual é a conduta mais adequada neste momento?

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Redação Afya

Equipe de Jornalistas da Afya.

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