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Ginecologia e Obstetrícia20 dezembro 2021

EULAR: recomendações para o manejo da síndrome antifosfolipídica em adultos

Confira as recomendações do artigo EULAR para o manejo da Síndrome do Anticorpo Antifosfolipídeo em adultos.

Confira os pontos obstétricos importantes do artigo: EULAR recommendations for the management of antiphospholipid syndrome in adults:

  • Em mulheres com perfil de anticorpos antifosfolípides (aPL) de alto risco, mas sem histórico de trombose ou complicações na gravidez (com ou sem lupus eritematoso sistêmico), o tratamento com baixa dose de aspirina (75–100 mg / dia) durante a gravidez deve ser considerado. 
  • Mulheres com uma história de ≥3 abortos espontâneos recorrentes <10ª semana de gestação e naquelas com história de perda fetal (≥10ª semana de gestação), é recomendado o tratamento combinado com aspirina em baixa dose e heparina em dosagem profilática durante a gravidez. 
  • Nos casos de síndrome do anticorpo antifosfolipídeo (SAAF) obstétrica tratados com heparina em dose profilática durante a gravidez, a continuação da heparina em dose profilática por 6 semanas após o parto deve ser considerada para reduzir o risco de trombose materna. 
  • Nos casos de SAAF com eventos trombóticos (não por critérios obstétricos) o tratamento deve envolver o uso da heparina em dose terapêutica durante a gravidez. 
  • O comitê sugere que os pesquisadores não devem classificar a síndrome de anticorpo antifosfolipídeo se mais de 5 anos separarem o evento clínico e o teste de laboratório positivo. 
  • A positividade persistente dos testes de laboratório é importante. 
  • Presença transitória de aPL  (não raro na prática clínica) gera risco de classificação incorreta. 
Manejo obstétrico
Figura 1: Resumo de condições associadas a SAAF que merecem aconselhamento diferenciado.

 

manejo obstétrico
Figura 2: Resumo das propostas de acompanhamento dos casos de SAAF.

Quer saber mais sobre gestação de alto risco? Conheça a GARexp, equipe formada por quatro obstetras que, através de um olhar diferenciado com vida acadêmica dedicada ao ensino e pesquisa, tem o desejo de aprofundar o conhecimento sobre a verdadeira “gestação de risco”.

 

Referência bibliográfica:

  • Tektonidou MG, Andreoli L, Limper M, et al. Ann Rheum Dis 2019;78:1296–1304.  

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