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Cardiologia20 dezembro 2024

Estudo traz vantagens e desvantagens do uso de oxigenoterapia em pacientes com IAM

Divulgamos o artigo sobre as vantagens e desvantagens do uso de oxigenoterapia em pacientes com Infarto Agudo do Miorcárdio, publicado na revista RFCM
Por RFCM Paraiba

Nesta postagem da série de divulgação de publicações científicas das revistas Afya, destacamos o artigo “Vantagens e desvantagens do uso de oxigenoterapia em pacientes com infarto agudo do miocárdio”, um trabalho de revisão integrativa publicado na Revista da Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba, em 2024. 

Acesse aqui o artigo na revista!

oxigenoterapia em pacientes com infarto agudo do miocárdio

O que apresenta o artigo? 

Os autores decidiram desenvolver uma revisão integrativa entre os anos de 2013 e 2023, nas bases da Scielo, Pubmed e Lilacs para construção do artigo. Em seguida, procedeu-se à busca dos artigos, manuseando-se os descritores e os interligando por meio do conector AND: Oxygen therapy and myocardial infarction, Oxygen and myocardial infarction, Oxygen and cardiogenic shock. Foram critérios de inclusão e exclusão, obtendo 57 artigos, e destes foram selecionados 13 que melhor delimitaram objetivo da temática. 

O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é a maior causa de mortes no Brasil. Portanto, a relevância de um protocolo com diretrizes adequadas e bem direcionadas afeta diretamente na sobrevida e prognóstico dos pacientes. Atualmente, é debatido se a prática da oxigenoterapia em indivíduos com IAM deve ser realizada, devido ao seu mau prognóstico. Entender o papel da terapia suplementar de oxigênio em pacientes que sofrem de infarto agudo do miocárdio, atentando-se as suas vantagens e desvantagens, como também delimitar quando seu uso deve ser indicado segundo as atuais diretrizes.

Em síntese, no contexto de pacientes com IAM, a oxigenoterapia deve ser uma medida reservada apenas para os pacientes com saturação de O2 menor que 90% e quando indicada sua administração, esta deve ser feita de forma conservadora, embora as controvérsias persistam para pacientes com saturação entre 90% e 94%

Para entender como foi o desenvolvimento do estudo, baixe o artigo na íntegra e acesse.  

Baixe o conteúdo gratuitamente! Clique no botão azul abaixo. 

Autores: 

Aldo Virgínio Barbosa Neto

FCM-PB

Thamyres Maria de Almeida Oliveira

FCM-PB

Juliana D’Maria Silva Vale

Júlia Ellen Francelino Dantas

FCM-PB

Jamaciara Antunes da Silva

FCM-PB

Henrique Silva Farias

FCM-PB

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Referências bibliográficas

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