A perda súbita de visão indolor é uma das situações mais traiçoeiras da prática clínica. Diferente do olho vermelho ou do trauma evidente, o chamado “olho calmo que não vê” pode mascarar emergências graves, incluindo infartos oculares, hemorragias vítreas extensas e doenças inflamatórias do nervo óptico. Nesses casos, o tempo é determinante para preservar a visão — e, em algumas situações, a própria vida do paciente.
No quarto episódio da série Urgências Oculares, a Dra. Alléxya Affonso e o Dr. Pedro Hélio Ribeiro Jr., médicos oftalmologistas e conteudistas do Portal Afya, discutem a abordagem prática da perda visual súbita indolor, destacando o papel central do exame pupilar, o reconhecimento do defeito pupilar aferente relativo (DPAR), as principais causas vasculares e inflamatórias e as condutas emergenciais que não podem ser postergadas.
👉 Assista ao episódio completo no canal da Afya no YouTube.
Tópicos abordados no episódio:
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Importância do exame pupilar e identificação do DPAR (Pupila de Marcus Gunn)
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Hemorragia vítrea: quando suspeitar e por que solicitar ultrassom ocular
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Oclusão da artéria central da retina: o “AVC do olho” e a janela terapêutica
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Neuropatia óptica isquêmica e arterite de células gigantes: sinais de alerta sistêmicos
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Neurite óptica, neuromielite óptica (NMO) e implicações terapêuticas
Veja também: Álcool polivinílico no olho seco pós-catarata: efeito clínico e inflamatório – Portal Afya
Autoria

Alléxya Affonso
Graduada em Medicina pela Faculdade de Medicina Souza Marques (RJ) ⦁ Título de especialista pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) ⦁ PhD em Oftalmologia e Ciências Visuais pelo programa de Doutorado da UNIFESP/EPM ⦁ Membro Titular da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo (SBRV) ⦁ Especialista em Retina Clínica, Uveítes e Oncologia Ocular pela UNIFESP/EPM.
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