A neurorretinite por Bartonella henselae é uma das manifestações oculares mais importantes da Doença da Arranhadura do Gato e pode representar um grande desafio diagnóstico, especialmente na fase aguda, quando a estrela macular ainda não está presente.
Neste caso clínico, o Dr. Pedro Hélio Estevam Ribeiro Júnior revisa a abordagem diagnóstica da doença, os principais diagnósticos diferenciais do edema de disco unilateral, a interpretação dos exames complementares e o tratamento adequado para preservar a função visual.
Neste vídeo você vai conferir:
- Como suspeitar da Doença da Arranhadura do Gato diante de um edema de disco unilateral.
- A cronologia da neurorretinite e por que a ausência inicial da estrela macular não exclui o diagnóstico.
- Os principais diagnósticos diferenciais, incluindo neurite óptica desmielinizante, neuropatia óptica isquêmica e uveítes infecciosas.
- O papel da OCT, da ressonância magnética e da sorologia para Bartonella henselae na confirmação diagnóstica.
- As recomendações atuais para antibioticoterapia, quando associar corticoides e por que a monoterapia com corticosteroides deve ser evitada.
- O prognóstico visual e os principais fatores associados à recuperação funcional.
Assista ao caso completo e atualize sua abordagem sobre uma importante causa infecciosa de neurorretinite na prática oftalmológica.
Autoria

Pedro Hélio Júnior
Conteudista médico na Afya. Formado em medicina pela Universidade Federal de Uberlandia (UFU), com residencia médica em Oftalmologia e Mestrado pela mesma instituição e fellowship em Glaucoma (pelo Glaucoma Instituto). Além da atuação na Afya, é professor de oftalmologia e coordenador da residência médica de oftalmologia do IMEPAC-HUSF (Araguari).
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