O Ministério da Saúde lançou o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para câncer de mama, incluindo cinco novos procedimentos e videolaparoscopia na oncologia, técnica cirúrgica minimamente invasiva.
O protocolo padroniza tratamentos, assegura diagnóstico precoce e amplia o acesso a medicamentos, reduzindo desigualdades no cuidado. Entre os procedimentos incorporados estão inibidores de CDK 4 e 6, trastuzumab entansina, supressão ovariana medicamentosa, fator estimulador de colônia e neoadjuvância para estádios I a III.
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Mais celeridade no tratamento do câncer de mama
Com a iniciativa, o prazo para diagnóstico, antes de 1 ano e 6 meses, será agora de 30 dias, graças ao Programa Mais Acesso a Especialistas, que integra a linha de cuidado desde o diagnóstico à atenção primária. O governo federal investiu R$ 50,9 milhões em 2023 na ampliação de serviços especializados, 12 vezes mais que em 2022.
O protocolo também busca reduzir atrasos no início do tratamento, que aumentam a mortalidade em até 16%. Além disso, a inclusão da videolaparoscopia no SUS traz vantagens como menor tempo de recuperação e redução de complicações, com impacto positivo na gestão da saúde pública. O investimento anual na tecnologia é de R$ 15,7 milhões.
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