Mulher de 56 anos, com diagnóstico prévio de hipertensão arterial pulmonar, comparece para seguimento em centro especializado. Está em uso de terapia específica para HAP e relata persistência de dispneia, fadiga e limitação da capacidade de exercício. A hipertensão arterial pulmonar é uma doença progressiva das pequenas artérias pulmonares que pode evoluir com deterioração da função ventricular direita, tornando fundamentais a avaliação periódica e a estratificação de risco durante o acompanhamento.
Na reavaliação, são considerados classe funcional da Organização Mundial da Saúde, distância percorrida no teste de caminhada de seis minutos e NT-proBNP, parâmetros utilizados na estratificação de risco durante o seguimento. A avaliação conjunta classifica a paciente no estrato de risco intermediário baixo, apesar do tratamento específico já instituído. A equipe considera, portanto, a necessidade de revisar a estratégia terapêutica. A classificação empregada no seguimento diferencia os pacientes em baixo, intermediário baixo, intermediário alto e alto risco e pode ser complementada por outras variáveis clínicas, hemodinâmicas e individuais.
Nesse contexto, permanece a hipótese diagnóstica principal de hipertensão arterial pulmonar em tratamento, mas a estratificação obtida durante o seguimento suscita a necessidade de definir o próximo passo terapêutico.
Considerando a estratificação de risco durante o seguimento, qual estratégia terapêutica é indicada para essa paciente?
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