Os acessos venosos centrais são utilizados de forma disseminada para infusão de drogas vasoativas, hemodiálise, e nutrição parenteral. No entanto, eles estão associados ao risco de infecção primária de corrente sanguínea (IPCS).
Nesse episódio, Vinicius Zofoli, editor do portal PEBMED, conversa sobre o diagnóstico de IPCS, a diferença entre IPCS associada ou relacionada ao cateter, e seu tratamento.
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A infecção de corrente sanguínea e o IPCS
A infecção primária (IPCS) ocorre quando existe uma bacteremia proveniente de dispositivo intravascular. A infecção secundária de corrente sanguínea (ISCS) ocorre quando a bacteremia se origina em um foco a distância, como uma pneumonia ou infecção de trato urinário.
Atualmente existe certa confusão em relação ao diagnóstico de IPCS, em função da diferença entre dois termos parecidos: a IPCS associada ao cateter venoso central (diagnóstico com finalidade epidemiológica) e a IPCS relacionada ao cateter venoso central (diagnóstico com finalidade clínica).
Tópicos abordados nesse episódio
- Diferença entre infecção primária e secundária.
- Diferença entre IPCS associada ou relacionada ao cateter.
- Tratamento da IPCS nos dispositivos de curta permanência.
- Tratamento da IPCS nos dispositivos de longa permanência.
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