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Cirurgia20 fevereiro 2025

Caso clínico: Lesões ulcerativas em pós-operatório recente de mamoplastia redutora.

Paciente de 21 anos, feminina, sem comorbidades, uso de medicações contínuas, alergias ou cirurgias prévias. Ao exame apresentava mamas hipertróficas e ptose mamária grau II. Exames pré-operatórios sem alterações. Submetida à mamoplastia redutora com pedículo superomedial sem intercorrências. Evolução imediata satisfatória, recebendo alta hospitalar no dia seguinte.   

No 10º pós-operatório (PO), a paciente evoluiu com hiperemia local e deiscência em área de junção da incisão em T progredindo com ulcerações em ambas as mamas, não responsivas ao tratamento antibiótico e ao desbridamento cirúrgico. Não apresentou sintomas sistêmicos ou qualquer outra queixa associada ao quadro. Qual o provável diagnóstico e conduta terapêutica? 

Qual o provável diagnóstico e conduta terapêutica? 

ADeiscência de ferida operatória - curativos sequenciais com agentes cicatrizantes e ressutura local quando viável

BInfecção de ferida operatória - escalonar antibioticoterapia

CFasceíte necrotizante - suporte hemodinâmico e antibiótico de largo espectro

DPioderma gangrenoso - iniciar corticoterapia oral

Autoria

Foto de Nathália Ribeiro Pinho de Sousa

Nathália Ribeiro Pinho de Sousa

Graduação em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Cirurgia Geral pelo Hospital de Clínicas da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS). Residente em Cirurgia Plástica do Hospital Federal de Ipanema (HFI). Membro aspirante da Sociedade Brasileira da Cirurgia Plástica (SBCP). Membro residente da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS). Fellowship em Cosmiatria pelo Instituto Boggio.

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