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A Rivaroxabana acaba de se tornar a primeira, dentre os novos anticoagulantes orais, a ser indicada pelo Food and Drugs Administration (FDA), em combinação com aspirina (AAS), para reduzir o risco de eventos cardiovasculares maiores em adultos com doença arterial coronariana (DAC) crônica ou doença arterial periférica (DAP). Na Europa, a combinação já havia sido aprovada em agosto.
A aprovação tem como ponto de partida o estudo COMPASS de fase 3, que mostrou que rivaroxabana 2,5 mg duas vezes ao dia junto com ácido acetilsalicílico (AAS) 100 mg uma vez ao dia, foi associado a uma redução de risco de 24% do desfecho composto por acidente vascular cerebral, morte cardiovascular e miocárdio infarto, em comparação com o uso isolado do AAS 100 mg em pacientes com DAC ou DAP.
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Com relação a efeitos colaterais de sangramento, o estudo destacou que o risco de hemorragia grave foi significativamente maior com a rivaroxabana + aspirina (AAS) do que com a aspirina isoladamente, mas não houve aumento significativo nos sangramentos fatais ou intracranianos.
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