Homem de 61 anos, com cirrose hepática de etiologia alcoólica em abstinência há dois anos, ex-tabagista e diabético, é trazido pela esposa por inversão do ciclo sono-vigília, lentificação das respostas e desorientação temporal há quatro dias. Há cinco meses foi internado por quadro semelhante e, desde então, usa lactulose regularmente, além de carvedilol. Nega febre, melena ou uso de sedativos.
Ao exame, está sonolento, porém despertável, com icterícia discreta, ascite de pequeno volume e asterixis bilateral, sem déficit neurológico focal. Os exames mostram sódio de 134 mEq/L, creatinina de 0,9 mg/dL, bilirrubina total de 2,4 mg/dL e INR de 1,5. A paracentese diagnóstica não preenche critérios de peritonite bacteriana espontânea. As sorologias para hepatites A e B são não reagentes.
O último exame de imagem abdominal tem mais de um ano. Após melhora clínica sem precipitante evidente, a equipe planeja a alta. A hipótese diagnóstica principal é de recorrência de encefalopatia hepática manifesta.
Para responder ao quiz, considere a nova diretriz do American College of Gastroenterology sobre medidas preventivas no manejo da cirrose hepática.
Qual conjunto de medidas compõe o plano preventivo mais adequado para a alta deste paciente?
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